O Clube de Pessoal e eu, por António Pita de Abreu

O Clube de Pessoal e eu, por António Pita de Abreu

Os meus anos de antiguidade EDP são mais ou menos os mesmos que os do Clube de Pessoal.

Comecei a acompanhar a sua vida como sócio. Chamavam-me a atenção, em parti­cu­lar, as atividades culturais, principalmente as de iniciação à pintura, fotografia e li­tera­tura.

Recordo, por exemplo, as exposições de fotografia ou pintura que eram feitas nas “Festas dos 25 anos” da EDP. Valha a verdade que pessoalmente não participei em nenhuma das atividades. Ao contrário do meu filho, que aprendeu a velejar no Clube, nas instalações que havia junto à Central Tejo. Ou a minha esposa, que aprendeu desenho e pintura com o ines­quecível Prof. Aníbal Afonso.

Entre 2000 e 2015, por força das funções que então passei a desempenhar na Em­presa, passei a relacionar-me mais diretamente com Clube e a conhecê-lo mais profunda­mente. Cabia-me analisar e aprovar o financiamento anual. Nesse período, fui honrado com a distinção de “Sócio Honorário”.

Durante estes mais de 40 anos, a minha vida e a do Clube entrecruzaram-se, portanto, muitas vezes. Eu já me aposentei. O Clube não.

Espero que nunca o faça. E que se vá renovando e desenvolvendo para poder con­tinuar a contribuir para o fortalecimento da comunidade EDP. Parabéns, Clube, por mais este aniversário. Muitas felicidades e muitos anos de vida.